quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Eu me enganei, pensei que as pessoas fossem mais sábias, que as pessoas amassem e nada mais. Que soubessem que amar basta. Aí me perguntei: Até que ponto chegaremos? Ponto extremo. Estamos nos preocupando em saber quando um meteoro cairá na Terra ou quando seremos destruídos por ondas gigantes ao invés de estarmos nos preocupando com nossos limites que são cada vez mais sendo ultrapassados. Hoje dominamos tecnologia, amanhã seremos destruídos por ela, e já vimos isso muitas vezes. O feitiço virá contra o feiticeiro, estamos nos destruindo aos poucos, fazendo cada vez mais “utilidades inúteis” ao invés de amor.
Isso resultará em pessoas apodrecendo com um único arrependimento: Não ter amado um dia.
terça-feira, 27 de setembro de 2011
As pessoas passaram a olhar para si. Somente si. Passaram a querer violar o certo e o errado até um ponto em que não saibamos mais o significado dessas duas palavras. O mundo foi materializado de forma mesquinha, porque foi materializado para beneficiar cada indivíduo com exceção da maioria.
Criamos um conceito das coisas. De cada coisa. Conceitos úteis e inúteis. Quando inúteis, são extremos. E esses conceitos ficaram. Ser alguém é interessante, ser outro de características físicas ou mentais um pouco diferente do padrão do conceito é uma aberração. Conhecer banalizou, assim como amar. Sorrir custa caro, muito caro. Ser aceito pede sacrifícios que nem se sabe a finalidade. Idealizar ficou comum ao ponto de não saber o que está fazendo.
Fizeram de tudo uma loucura maléfica, um sonho com medo, medo esperançoso. Transformaram o mundo em pensamento receoso em lugares com vontade de fuga. Inventaram coisas úteis que não servem de nada. Fizeram do mundo um caos.
Criamos um conceito das coisas. De cada coisa. Conceitos úteis e inúteis. Quando inúteis, são extremos. E esses conceitos ficaram. Ser alguém é interessante, ser outro de características físicas ou mentais um pouco diferente do padrão do conceito é uma aberração. Conhecer banalizou, assim como amar. Sorrir custa caro, muito caro. Ser aceito pede sacrifícios que nem se sabe a finalidade. Idealizar ficou comum ao ponto de não saber o que está fazendo.
Fizeram de tudo uma loucura maléfica, um sonho com medo, medo esperançoso. Transformaram o mundo em pensamento receoso em lugares com vontade de fuga. Inventaram coisas úteis que não servem de nada. Fizeram do mundo um caos.
segunda-feira, 8 de agosto de 2011
Crescer.
Quando você cresce você aprende a chorar, você aprende a sorrir. Aprende que para correr com o tempo você não tem que se preocupar com a lei da gravidade refletindo em seu corpo, mas sim, se preocupar com o tamanho do seu cérebro. Do seu coração. Com a forma que você sorri para as pessoas. Aprende a perdoar, a amar. Crescer não é fácil, porque você passa por mil coisas ao mesmo tempo, ou por nada em muito tempo, mas aprende o principal, que é viver!
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Ismália.
Quando Ismália enlouqueceu,
Pôs-me na torre a sonhar...
Viu uma lua no céu,
Viu outra no mar.
No sonho em que se perdeu,
Banhou-se toda em luar...
Queria subir ao céu,
Queria descer ao mar...
E, no desvario seu,
Na torre pôs-se a cantar...
Estava perto do céu,
Estava longe do mar...
E como um anjo pendeu
As asas para voar...
Queria dar a lua do céu,
Queria a lua do mar...
As asas que Deus lhe deu
Ruflaram de par em par...
Sua alma subiu ao céu.
Seu corpo desceu ao mar...

Alphonsus de Guimaraens.
Pôs-me na torre a sonhar...
Viu uma lua no céu,
Viu outra no mar.
No sonho em que se perdeu,
Banhou-se toda em luar...
Queria subir ao céu,
Queria descer ao mar...
E, no desvario seu,
Na torre pôs-se a cantar...
Estava perto do céu,
Estava longe do mar...
E como um anjo pendeu
As asas para voar...
Queria dar a lua do céu,
Queria a lua do mar...
As asas que Deus lhe deu
Ruflaram de par em par...
Sua alma subiu ao céu.
Seu corpo desceu ao mar...

Alphonsus de Guimaraens.
sábado, 11 de junho de 2011
Toc toc toc...

Toc toc toc...
Esse barulho me deixa louco
Transtornado.
Nunca me avisa quando passa
Me manda sem saber o que é mandar.
Toc toc toc...
Esse barulho me irrita
Me obsessiva.
Nunca me avisa quando quer
quando tem
quando precisa
Aparece de repente
E me dá medo.
Muito medo.
Toc toc toc...
Esse barulho me assombra
Me compulsiva
A algo me toca
Me intriga.
E peço pelo amor...
Não bata nesta porta.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Diz.

Diz... Quem és tu garota leviana.
Que as bactérias te vêem como alvo.
Que gritas no meio das explosões.
Jamais és audaciosa.
Pensas e calculas.
Por isso és doida.
Levanto-me na aurora
E me pergunto se ainda estás assim.
O som da tua voz se propaga em meio às multidões.
Multidões de doidos como tu.
Não te entendo
Mas sei que também te sentes assim.
Lê! E bebe teu vinho
A leitura é que prepara teu ninho
Teu futuro brilhante que tanto esperas
Não sei o que tu queres, mas que tenhas.
Porque tu és cheia de mistérios.
Sei que acreditas no que queres
Sentes falta do que tens, ou não.
Contemplarei-te por isso.
Karol Campos.
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